terça-feira, 20 de novembro de 2012

Farias nega "ajuda" de agentes penitenciários na delegacia de Tarauacá

Secretário afirma desconhecer informação que delegado teria pedido “ajuda” de agentes penitenciários para tirar plantões na delegacia.
 
Gleydison Meireles, da Agência ContilNet

Emylson Farias, Secretário de Polícia Civil
Emylson Farias, Secretário de Polícia Civil
 
O secretário da Polícia Civil, Emylson Farias, disse no final da manhã desta terça-feira (20) que o quadro de agentes de polícia é deficitário, mas garantiu que o concurso, com provas marcadas para o próximo domingo (25), resolverá o problema de efetivo, tanto na Capital como no interior.
 
De acordo com Farias, serão contratados 250 novos servidores, dos quais 230 serão para os cargos de agentes de polícia e 20 para escrivães. Os aprovados serão efetivados ainda em 2013.
 
Quanto à informação de que na delegacia de Tarauacá o delegado teria pedido “ajuda” de agentes penitenciários para ficarem no plantões da delegacia, Emylson Farias disse que desconhece o fato.
 
Segundo o secretário, ele não só atendeu às demandas do delegado como, em duas oportunidades, a Delegacia Itinerante se fez presente no municipio, nos últimos meses, zerando os inquéritos policiais da cidade.
 
“Estivemos, nos últimos meses, com a Delegacia Itinerante na cidade de Tarauacá. O titular da especializada, delegado Roberth Alencar, realizou um trabalho que zerou os inquéritos de homicídio no município. Todos foram relatados e encaminhados ao Ministério Público”, enfatizou o secretário.
 
Emylson Farias disse, ainda, que desconhece a falta de material de expediente.
 
“Desconheço que esteja havendo falta de material de expediente, essa informação não procede”.
 
O secretário falou, ainda, sobre o racionamento de combustível para as viaturas. De acordo com Farias, a instituição está realizando um realinhamento.
 
Ele acrescenta que a medida é administrativa, para que o combustível seja usado apenas para atender as necessidades da Polícia Civil.
 
“Não é um racionamento, é sim um reequilíbrio, um realinhamento, uma medida administrativa para que o combustível seja usado para atender as unidades policiais. A cota foi disponibilizada em todas as unidades. Caso haja necessidade de um abastecimento extra, é só justificar; nenhuma delegacia vai ficar sem combustível para atender suas demandas”.
 

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