terça-feira, 20 de março de 2012

Líder do PT na Aleac diz que não aceita lição de moral de José Serra

“Eles não podem vir falar de falta de estrutura para lidar com o meio ambiente. O rio Tietê prova como eles são despreparados."
“Eles não podem vir falar de falta de estrutura para lidar com o meio ambiente. O rio Tietê prova como eles são despreparados."


Eles não podem vir falar de falta de estrutura para lidar com o meio ambiente. O rio Tietê prova como eles são despreparados.”
Gina Menezes, da Agência Contilnet
Durante a sessão desta terça-feira (20) na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), o líder do PT na casa, deputado Geraldo Pereira, irritou-se com os deputados de oposição e com a declaração de José Serra, que disse durante coletiva à imprensa que o governo precisa pensar em políticas que crie mecanismo de proteção contra fenômenos naturais.

Pereira disse estar irritado pela maneira que José Serra se referiu a falta de estrutura para conter catástrofes naturais como a enchente que assolou o Acre durante o mês passado. “Não iremos aceitar lição de moral de quem não tem competência para dar lição alguma. Eles, os paulistas, tem o Estado mais rico do país e não fazem nada, nem mesmo por eles”, desabafou.

Geraldo Pereira afirmou ainda que a equipe da Prefeitura de Rio Branco tem trabalhado de maneira eficaz o Plano Diretor da cidade e que tem se preparado para cada vez mais atender bem os seus cidadãos.

“O Plano Diretor é a peça mais importante que temos, mostra o nosso planejamento a longo prazo. Nós, mesmo sendo um Estado pequenos, temos trabalhado muito bem isso em nossa cidade”, frisou.
 
Para o líder petista o que houve na vinda de Serra ao Acre foi uma capitalização política em cima de uma tragédia ambiental. “Eles não podem vir falar de falta de estrutura para lidar com o meio ambiente. O rio Tietê prova como eles são despreparados.”, salientou.
 
O discurso em tom de revolta do líder do PT na Aleac se deve ao que ex-candidato à Presidência da Republica, José Serra, disse na ultima sexta-feira em visita ao Acre afirmando que os administradores acreanos precisam pensar em uma infra-estrutura para conter ou amenos amenizar as catástrofes naturais, como a enchente deste ano que desabrigou quase 130 mil pessoas apenas em Rio Branco.
 

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