quarta-feira, 16 de março de 2011

Justiça mantém prisão de delegado acusado de coagir testemunha

Desembargador Pedro Ranzi indeferiu pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Carlos Bayma
Desembargador Pedro Ranzi negou pedido de liberdade a Carlos Bayma
Desembargador Pedro Ranzi negou pedido de liberdade a Carlos Bayma
Em decisão liminar proferida na manhã desta terça-feira (15) o Presidente da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre, Desembargador Pedro Ranzi, indeferiu o pedido de Habeas Corpus nº 0000508-59.2011.8.01.0000 impetrado pela defesa do delegado de Polícia Civil Carlos Alberto da Costa Bayma, preso sob a acusação de  tentar mudar os depoimentos de testemunhas do crime de homicídio cometido contra Fernando José da Costa, mais conhecido como "Pinté".

Com a decisão, Carlos Bayma permanece preso preventivamente na Unidade de Ressocialização Dr. Francisco D´Oliveira Conde, em Rio Branco. O mérito do processo será julgado pelos desembargadores que compõem a Câmara Criminal.

Os fatos
De acordo com a autoridade policial que conduz o inquérito que apura o assassinato de "Pinté", o delegado Carlos Bayma, o agente de polícia civil Manoel Cirino e Paulo César, pai do ex-prefeito de Acrelândia Carlos César, que é acusado de participação no caso, estariam praticando os crimes de prevaricação (art. 319, CP), abuso de poder (art. 350, parágrafo único, IV, CP), suborno e coação no curso do processo (artigos 343, parágrafo único e art. 344, CP).

Os três estariam tentando mudar os depoimentos de testemunhas do crime de homicídio cometido contra Fernando José da Costa.

fonte: contilnet

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