quinta-feira, 17 de março de 2011

Poersch vai à Assembléia em busca de provas contra Moisés Diniz

Comissão de advogados presta solidariedade ao parlamentar comunista. Eles dizem que decisão de Poersch não representa toda a OAB.
Ângela Rodrigues, da Agência ContilNet
Deputado estadual Moisés Diniz (PCdoB)Presidente da OAB no Acre, Florindo Poersch
Presidente da OAB no Acre, Florindo Poersch
Deputado stadual Moisés Diniz (PCdoB)

O clima fechou na manhã desta quinta-feira (17) na Assembléia Legislativa do Acre com a chegada do presidente da Ordem dos Advogados Brasileiros no Acre (OAB), Florindo Poersch, que foi a instituição solicitar cópias de um discurso do líder do governo, Moisés Diniz, que após ver comentários de Poersche no twiiter sobre a tragédia do povo japonês, pediu que o mesmo renunciasse ao cargo.

Poersch escreveu em seu twitter (http://twitter.com/FlorindoAcre) um comentário irônico sobre a tragédia que assola o povo japonês, indagando como seria possível saber quem estaria desaparecido no país ocidental já que todos os japoneses são parecidos.

Apesar de pedir desculpa por meio de nota pública, o representante da OAB no estado demonstrou interesse em estender o lamentável episódio ao declarar em visita oficial na Aleac que pretende processar Diniz, por considerar que este teria passado do limites em suas críticas.

Poersch protocolou pedido de cópia da taquigrafia proferida pelo parlamentar comunista em discurso que servirá de provas aos autos do processo contra Diniz.

A atitude do presidente da OAB foi confrontada no Salão Azul da Casa com a chegada de uma comissão formada por advogados independentes, representada pelo defensor público Valdir Perazzi, que manifestaram apoio ao parlamentar.

“Queremos prestar nossa solidariedade ao deputado Moisés Diniz e deixar claro que as declarações do deputado não ofenderam os profissionais da OAB. Poersch teve um desvio de ética que não atingiu a OAB já que as críticas feitas pelo deputado foram direcionadas a Poersch”, ressaltou Valdir Perazzi.

Ao ser indagado sobre a abertura do processo judicial impetrado por Persch, Diniz irritado, se recusou a responder enquanto dividia o mesmo espaço com Poersch.

“Só falo quando este cidadão se retirar deste espaço”. Em seguida, Diniz manifestou sua indignação afirmando que esta seria a primeira vez que uma vítima é processada.

fonte: contilnet

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