domingo, 24 de julho de 2011

Expectativa para a Expoacre 2011 é de recordes de público e negócios

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Tião Vitor e Victor Luciano   
24-Jul-2011
Evento deve movimentar cerca de R$ 100 milhões durante nove noites
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Este ano a Expoacre passou a contar pontos para o Circuito de Barretos de Rodeio. Os mais bem classificados vão disputar a etapa principal de Barretos, a maior competição do gênero da América Latina (Foto: Wescley Camelo)
Como já  é costume nas edições anteriores da Expoacre, a expectativa de público visitando a feira é de novo recorde. Um volume de 35 mil pessoas por dia é esperado pelos organizadores da edição 2011 da maior feira de negócios e entretenimento do Estado. Outra marca histórica que provavelmente será alcançada tange o volume de negócios, que deve superar a casa dos R$ 100 milhões.

Para Dudé Lima, um dos coordenadores do evento, a expectativa não podia ser diferente. ‘‘Temos vários motivos para estarmos otimistas. Todos os dias teremos festas com eventos fortes. Foram feitos vários investimentos em infraestrutura, a entrada e o estacionamento lateral foram asfaltados. Houve um aumento de 20% na área do parque, criamos um novo parque infantil entre outras várias melhorias’’, contou Lima.

Outro diferencial da Expoacre 2011 é o rodeio. Este ano o evento passou a contar pontos para o Circuito de Barretos. Os mais bem classificados vão disputar a etapa principal de Barretos, a maior competição do gênero da América Latina.

‘‘Essa etapa fechando o Circuito Estadual de Rodeios e abrindo o Circuito de Barretos é um momento ímpar, é um coroamento para o circuito profissional de rodeios acreanos’’, disse Paulinho Viana, um dos coordenadores do rodeio. Outras atrações que valem a pena se prestigiar ao visitar a Expoacre 2011 são o Eco Park, espaço Sebrae e as novas instalações da praça de alimentação.

Carlos Sasai fala sobre a Expoacre 2011
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"A inovação dos empresários que trazem muitas novidades são os fatores importantes para garantir o sucesso da Expoacre 2011”, afirmou Carlos Sasai, presidente da Federação das Indústrias do Acre (Foto: Wescley Camelo)
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), Carlos Sasai, falou sobre as expectativas para a Feira de Negócios e Entretenimento do Estado do Acre (Expoacre) que este ano completa a sua 39ª edição. A feira teve início neste sábado, 23, e se segue até o dia 31. Sasai afirmou que as expectativas são grandes e tanto a instituição que representa, quanto os empresários do Estado demonstram confiança de que o evento vai superar os realizados em anos anteriores.

Sasai que assumiu a presidência da Fieac na semana que passou disse que o próprio visual da feira deste ano já demonstra a sua grandiosidade e tendências de que será um evento superior. Segundo ele, o visual é um forte atrativo de público como também os eventos culturais como shows. Sobre o local destinado à indústria, o presidente da Fieac disse que este ano são 66 empresas ligadas ao sistema expondo em um espaço amplo e bem localizado. Há ainda um outro espaço onde 50 expositores moveleiros estão instalados apresentando peças de qualidade e a preços acessíveis.

“Todos esses elementos devem contribuir para que a feira deste ano supere as demais. Além disso, a inovação dos empresários que trazem muitas novidades são os fatores importantes para garantir o sucesso da Expoacre 2011”, afirmou Carlos Sasai. O empresário falou ainda sobre os investimentos feitos pelo governo do Estado para incentivar a produção industrial no Estado, entre eles o que instala a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) que também tem um estande instalado na Expoacre 2011.

“A ZPE, para nós industriais, é uma grande alternativa que contribui para o crescimento do setor no Estado. Nós estamos ansiosos que ela se converta em um sucesso, pois a exportação é um caminho que a gente vai ter que começar a investir. Nós estamos muito tímidos nesse aspecto e acho que há um mercado muito grande à nossa disposição. A gente vai ter que aumentar a nossa produtividade e contribuir para que o Estado comece a ter vida econômica própria e criar riquezas e não ficar dependente apenas da economia do setor público. Esse é o caminho que o Estado tem que seguir para que a gente tenha um futuro mais tranquilo”.
 

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